Nos últimos anos, as discussões sobre tecnologia levaram a atenção para um ponto importante dos processos de gestão. Investir no compliance em TI passou a ser algo crucial para evitar que empresas de médio, pequeno e grande porte fossem vítimas de ataques, vazamentos de dados e demais problemas de privacidade.

Em outras palavras, a aplicação do compliance em TI virou algo estratégico. Companhias que ignoram essa parte do processo de gestão correm o risco de perderem mercado e ficarem expostas a agentes externos. Saiba o motivo abaixo!

O que é a política de compliance?

No ambiente corporativo, damos o nome de compliance ao conjunto de processos que permitem ao negócio ficar alinhado às legislações, regulamentações e padrões de qualidade de seu mercado de atuação. Isso passará pelos processos de auditoria, gestão, segurança de dados, privacidade e controle internos. Juntas, essas atividades garantem que a empresa trabalhe com um padrão mínimo de qualidade, de modo a evitar multas e a perda de negócios.

Como funciona o compliance em TI?

A tecnologia está cada dia mais integrada ao ambiente de negócios brasileiro. Soluções digitais são empregadas em vários setores como forma de otimizar métodos de trabalho, tornar rotinas mais flexíveis e garantir maior agilidade para o empreendimento. Nesse cenário, o compliance em TI ganhou uma grande importância, uma vez que falhas nos processos de governança de TI podem influenciar a rotina de toda empresa.

Inserindo o compliance em TI, a empresa garante que nenhuma de suas soluções tecnológicas contribuirá para o aumento da vulnerabilidade da companhia. Todas as práticas que envolvem o uso de soluções de TI conseguirão atingir os resultados esperados sem que a empresa tenha falhas de segurança e, consequentemente, fique fora da lei.

Como integrar o compliance em TI?

A integração da tecnologia nas regras de compliance é um processo crítico e que garante a viabilidade da empresa a médio e longo prazo. Mas como realizá-lo? Veja a seguir alguns pontos de atenção!

1. Investimento no Cloud Computing

Ao investir na nuvem, a empresa deve estar atenta à necessidade do provedor de serviços utilizar regras de segurança robustas. Portanto, sempre avalie se os mecanismos de gestão utilizados pela companhia contratada estão alinhados às normas do seu setor e evite adotar plataformas que não tenham os controles adequados.

2. Utilização de SaaS

O SaaS ganhou popularidade por ser um método simples e econômico de investir em TI. Porém, ao adotar essa estratégia, a empresa deve estar atenta ao SLA e aos termos de uso do serviço. Eles precisam garantir a proteção de dados adequada ao negócio e o seu suporte contínuo a atualizações. Assim, a empresa terá a garantia de que a ferramenta poderá evitar o aumento das vulnerabilidades internas.

3. Implantação do BYOD

O BYOD, assim como a nuvem, ganhou popularidade com um método prático de flexibilizar o ambiente de trabalho. Mas para que essa estratégia não entre em colisão com as normas de compliance em TI, ela precisa ser estruturada para garantir que o uso de dispositivos pessoais não crie uma infraestrutura de TI mais vulnerável: aplique, portanto, ferramentas e regras de controle, monitoramento e segurança em todo o ambiente de trabalho.

4. Ferramentas para monitoramento de TI

As ferramentas de monitoramento estão entre as melhores soluções para quem pretende otimizar a sua infraestrutura de TI e evitar que a companhia deixe de ficar em conformidade com as normas de compliance. Elas dão ao gestor a capacidade de identificar, em tempo real, como os usuários usam as redes internas e as ferramentas de TI. Dessa forma, o bloqueio de atividades suspeitas passa a ter um nível de agilidade muito maior.

O compliance em TI é crucial no cenário atual. Quando mais a tecnologia está integrada aos processos corporativos, mais essas áreas devem trabalhar juntas. Dessa forma, o negócio pode ter mais capacidade de se manter funcional sem comprometer a sua segurança de dados.

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